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PARATODOS – O filme de 2016

Divulgação

Na minha humilde opinião este filme documental “PARATODOS”  dirigido por Marcelo Mesquita e roteirizado por Peppe Siffredi tem que levar medalha de ouro neste ano olímpico. Confesso que não sabia nada a respeito das Paraolimpíadas, não tinha noção do que era exatamente este evento.

Diretor Marcelo Mesquita

Marcelo Mesquita – em Jundiaí

Graças ao Cinepólis do JundiaíShopping, tive o prazer de participar do lançamento da sala Cinema e Arte. Que chegou em Jundiaí em grande estilo, trazendo o diretor Marcelo Mesquita com o filme “PARATODOS”. Além de conhecer esta figura exemplo que é o Marcelo, ainda fomos agraciados com um dos melhores filmes que já assisti.

Antes de falar sobre o trabalho do filme, quero opinar sobre as minhas impressões pessoais. Basicamente através das historias dos atletas Alan Fonteles, Daniel Dias, Fernando Fernandes, Terezinha Guilhermina, Susana Schnarndorf, Yohansson do Nascimento, Fernando Cowboy Rufino e Ricardinho, o filme faz um recorte sobre a bem-sucedida historia do esporte paralímpico brasileiro.

Anderson Zanchin e Awdrey Zanchin

Os redatores do blog foco4men

Não sei como a equipe conseguiu extrair a essência do que os atletas vivem e passam. Não estou falando aqui em ter dó, pena ou vitimizando alguém não. Estou falando de superação, garra, esforço, vontade de vencer e treino pesado. A produção do filme acompanhou de perto quatro equipes paralímpicas: natação, atletismo, canoagem e futebol, em um intervalo de quatro anos (2013 – 2016), por seis países: França, Canada, Japão, Itália, Catar e Brasil.

O legal do filme é que tem um pouco de tudo, um misto de sentimentos e emoções. Conseguimos rir em várias cenas, os atletas são espirituosos, pra cima  e divertidos. Suamos frio com cada lance, jogada e tentativa. Nos emocionamos com as histórias e acima de tudo, saímos da seção melhores do que entramos.

A vontade que tive foi de iniciar o mair breve possível o treino de algum esporte. Os atletas do filme me encorajaram, me despertaram uma vontade que antes eu não tinha. Comecei a olha para as própria Olimpíada com outros olhos, torcer, vibrar com eles e me identificar não com o esporte, mas com o ser humano.

Atletas do filme PARATODOS

Atletas do filme PARATODOS

Uma frase muito forte do diretor Marcelo Mesquita e que me fez pensar é a seguinte “Mais que aceitar, devemos admirar as diferenças”  Com o filme o diretor quis tratar do assunto com igualdade, não se esquivar da deficiência mas não focar nisso.  O filme levanta uma bandeira do preconceito, não só com a deficiência, mas para com todas as minorias. É como um grito de liberdade, onde ninguém melhor ou pior que ninguém, somos apenas diferentes e não devemos massacrar e nem ser massacrados por isso. O filme levanta ainda um tema pouco debatido nas escolas, e na sociedade num modo geral que é sobre a acessibilidade.

PARATODOS NAS ESCOLAS: A ideia de levar o PARATODOS à rede pública de ensino nasceu de uma certeza dos realizadores: o debate sobre inclusão não deve ocorrer somente no âmbito do esporte. Está na base, na educação, no acesso a cultura e educação. Assim, a Sala12 e a Taturana Mobilização Social, com patrocínio da Caixa Loterias, se juntaram para levar o debate à rede pública de ensino. O PARATODOS ao mesmo tempo em que estará nos cinemas, será exibido gratuitamente em escolas públicas de várias regiões do Brasil. O desafio não é pequeno: chegar a 2 mil unidades escolares e aproximadamente 200 mil alunos até o fim de 2016!

Marcelo Mesquita

Marcelo Mesquita

MARCELO MESQUITA – Ao assistir pela primeira vez a uma Paralimpíada, Londres 2012, o diretor Marcelo Mesquita, fanático por esportes, “tomou um susto” ao ver Alan Fonteles, 21 anos, brasileiro do Pará, vencer o maior atleta paralímpico da história, Oscar Pistorius. Após o feito, vieram os questionamentos: “Quem é ele? Como ele corre sem as duas pernas? Como ele pode ser tão rápido? Como tem tanta gente neste estádio se as Olimpíadas já acabaram? Como um brasileiro venceu o maior de todos? O Brasil é uma potência paralímpica, como assim? E a principal questão: Como eu não sei responder a nenhuma destas questões?”

Com esta motivação surgia PARATODOS, um filme que parte do esporte para abordar questões humanas. Nos treinos, em competições, sob pressão, nas derrotas, nas vitorias, revela-se a verdadeira personalidade e os conflitos dos indivíduos retratados, e eles são comuns a todos. O filme foge do lugar comum da superação da deficiência para abordar problemáticas como: egotrips, autoestima, esperança, bullying, perfeccionismo, companheirismo. Este é um filme de esporte em que nem todos vencem; um filme sobre pessoas com deficiência que possui tensão, humor, emoção; um filme sobre um Brasil que dá certo, que vence e dá espetáculo.

Busca-se também através deste documentário, que antecede a primeira Paralímpiada a ser realizada na América do Sul, trazer o debate sobre a inclusão à tona, colaborando na luta por um país mais acessível, justo e inclusivo. O momento presente da vida dos nossos atletas, além de levantar e emocionar plateias mundo afora pelo alto nível das performances, desperta a atenção em torno de um tema latente: a necessidade de um diálogo pela inclusão da pessoa com deficiência  física na sociedade.

SINOPSE

Poster do filme PARATODOS

Poster do filme PARATODOS

PARATODOS mergulha no cotidiano de alguns dos principais atletas paralímpicos brasileiros para investigar os bastidores do esporte de alta performance e discutir a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade. No universo paralímpico, se superar não é uma opção ou gesto de heroísmo, é somente o ponto de partida.

Se você olhar para o que uma pessoa pode fazer em vez do que ela não consegue fazer, a perspectiva muda e perde-se a visão de coitadinho. (Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro)
PERSONAGENS

Alan Fonteles: velocista detentor do recorde dos 100m e 200m. Nos Jogos de Londres, ele superou Oscar Pistorius, o único atleta da história a competir entre os convencionais, e conquistou o ouro nos 200m rasos. Virou capa de jornais, fechou contratos de patrocínio e se tornou um dos símbolos do esporte. Mas a sua luta pela vida começou cedo. Com apenas 21 dias de vida, teve as pernas amputadas depois de uma infecção. Começou a correr com oito anos depois de assistir ao ídolo Robson Caetano nas pistas, e assim o menino que corria com próteses rústicas, passou a correr com as lâminas especiais que o levaram ao sucesso. Porém, em 2014, passou a faltar em treinos, ganhou peso e foi afastado da seleção. Agora ele está tentando provar que ainda é o grande atleta que fora até pouco tempo atrás.

Daniel Dias: maior nadador do mundo, um colecionar de prêmios e recordes: 15 medalhas em Jogos Paralímpicos. Recebeu o troféu Laureus, vulgo “Oscar do Esporte”, como Melhor Atleta com Deficiência em 2009 e em 2013. Apenas quatro outros brasileiros receberam este prêmio: Pelé, Ronaldo Fenômeno, Bob Burnquist e Raí. Daniel nasceu com má formação congênita dos braços e da perna direita, mas isso nunca o impediu de participar das peladas com os amigos. O tempo passou e, aos 16 anos, o campo deu lugar às piscinas. E pouco depois a sua consagração nos Jogos de Pequim. Hoje o nadador já tem conquistas suficientes para estar entre os maiores do esporte brasileiro, olímpico ou paralímpico.

Fernando Fernandes: o tetracampeão mundial de paracanoagem era um modelo de renome, estudou teatro, participou do reality show Big Brother Brasil 2, fez fotos para Vogue, campanha para Dolce & Gabbana, e em paralelo praticava esportes e cursou educação física. Até que no dia 04 de julho, quando voltava para casa após uma partida de futebol, sofreu um acidente que lhe causou lesões medular e cerebrais. Perdeu o movimento das pernas. Durante um período de fisioterapia, descobriu a modalidade que novamente o consagraria no mundo todo: a paracanoagem. Poucos meses depois do acidente, Fernando começou a competir e se tornou uma referência da canoagem paralímpica: tricampeão sul-americano, tetracampeão mundial, bicampeão Pan-americano, pentacampeão brasileiro e campeão da Copa do Mundo. E o atleta quer mais: voltar a andar e a medalha nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Terezinha Guilhermina: a velocista cega mais rápida do mundo. Nos Jogos Paralímpicos Londres 2012, ao completar a prova dos 100m em 12’01”, garantiu seu lugar no livro dos recordes. Mineira, de origem pobre, formada em psicologia depois de adulta, colecionadora de prendedores de cabelo, descobriu apenas aos 16 que que nasceu com retinose pigmentar, doença congênita que provoca perda gradual da visão. Antes, acreditava que era assim que todo mundo enxergava. Dos seus doze irmãos, cinco também têm deficiência visual. Quando está competindo, ela diz que se sente uma “artista” diante da possibilidade de apresentar ao mundo aquilo que mais sabe e gosta de fazer: correr. Veterana, deseja que 2016 seja o ano de sua vida profissional, para, em seguida, alcançar seu ápice como mulher: ser mãe.

Susana Schnarndorf: a única atleta da delegação paralímpica brasileira a ter representado o país tanto entre os convencionais, antes de sua doença se manifestar, quanto entre os paralímpicos. Até os 30 e poucos anos, ela era uma das principais triatletas brasileiras, tendo participado de 13 edições Iron Man e vencido alguns deles, e mãe de três crianças, sendo uma delas recém-nascida. De um dia para o outro, esta pessoa que possuía um corpo “perfeito” cai na cama com uma doença degenerativa muscular gravíssima, uma espécie de Parkinson raríssimo combinado com outras moléstias. Através da natação, ela recupera parte de seus movimentos e volta a competir, vencendo uma medalha de ouro no mundial de natação no Canadá. Atualmente, Susana, que luta contra a doença que progressivamente diminui sua capacidade motora e intelectual para poder representar o Brasil nos jogos, precisa ser reclassificada para continuar competitiva e obter índices para participar dos Jogos.

Yohansson do Nascimento: nasceu com má formação nas mãos, fato que não o impediu de agarrar as chances que a vida lhe reservou. Aos 17 anos, entra em contato com o atletismo quase por acaso e, aos 21, recebe sua primeira medalha paralímpica. Ele é um exemplo de esportista. Obstinado nos treinos, sereno e simpático fora das pistas, ele se destaca pelos resultados: vencedor de quatro medalhas paralímpicas em duas edições diferentes dos Jogos, e se destaca também pela alegria, pela simpatia, pelo carisma que possui. Em Londres, protagonizou uma cena que ficou imortalizada na historia dos Jogos, logo após vencer os 200 metros, ele exibiu um cartaz em plena pista no qual pedia sua noiva em casamento.

Fernando Cowboy Rufino: fisiculturista e montador de rodeios, Fernando Rufino, o Cowboy, sofreu quatro acidentes antes de se tornar um dos grandes nomes da paracanoagem. “Acho que Deus tem caminho pra gente. A única coisa que me faria parar de montar em touros seria virar paralitico. Aqui é roseta, é loucura”. É assim, com sotaque carregado, de chapéu e um sorriso largo, que Cowboy resume as fatalidades que o levaram a se tornar um grande canoísta: ele foi pisoteado por um touro competindo num rodeio, atropelado por um ônibus do qual caiu pela porta, colidiu contra uma arvore de carona numa moto e foi atingido por um raio durante um temporal em casa. De lá pra cá, entre outras conquistas, ele foi ouro no campeonato Pan-americano no México, prata e um bronze nos mundiais na Rússia e a Itália, vice-campeão Europeu na Republica Tcheca e ouro no Sul-americano.

Ricardinho: o melhor jogador do futebol de cinco do mundo na atualidade. Aos oito anos de idade, depois de dois anos lutando contra um problema na visão, ficou cego. Na época, pensou ser o fim do seu sonho de ser jogador. Hoje, é um craque reconhecido. Nas escolinhas do Santa Luzia, em Porto Alegre, o atleta reencontrou o futebol e já era destaque aos 12 anos, quando atuava contra meninos de 15, 16 e 17. Aos 15, ele foi selecionado para a seleção brasileira e um ano depois, foi eleito melhor jogador do Mundial. Em 2010, foi campeão e, daí em diante, sua carreira só melhorou. Ele treina em dois turnos, com ênfase na preparação física e no aprimoramento técnico. Acredita que ter enxergado antes ajuda na sua performance.

PATROCINADORES

Apresenta: Loterias Caixa

Patrocinadores Apresentadores: Caixa // Governo Federal

Patrocínio: Netshoes

Copatrocínio: Braskem // Manserv // Catho

Apoio: Ancine – Lei Federal do Audiovisual // Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo – Proac SP // CBDV // Espiral Interativa // PRISMA // Mpix //BMA

 

PRODUÇÃO

Sala12 – Marcelo Mesquita e Peppe Siffredi: apaixonados por filmar histórias reais, seus dois longas anteriores, “Cidade Cinza” e “A Viagem de Yoani”, foram selecionados em mais de 60 festivais no circuito nacional e internacional. Além dos projetos para cinema, atuam como diretores de publicidade, representados pela produtora Barry Company.

PARATODOS é seu mais recente projeto para cinema. O próximo é a adaptação do primeiro romance de Bráulio Mantovani, roteirista de “Cidade de Deus” e “Tropa de Elite”, que mistura ficção com documentário.

O nome Sala12 vem do fato de que, quando a dupla se formou, quase oito anos atrás, Marcelo e Peppe trabalhavam em uma sala de 11,7 metros quadrados de nº 12 nos Estúdios Quanta e todas as vezes que chegava alguma entrega o portador dizia: “é pros meninos da sala 12”.

“Filmar uma história real com pessoas de verdade exige do diretor que ele se levante de sua cadeirinha e se livre de suas certezas para aproximar-se dos personagens, pede a ele que escute mais do que fale, que crie laços com os protagonistas da história.”

Barry Company – Valorizar as habilidades individuais e permitir sua liberdade de criação, no intuito de desenvolver produtos únicos, feitos pelas pessoas, para as pessoas. Essa era a premissa de Barry Parker, urbanista adepto do movimento Arts and Crafts e idealizador do bairro onde fica localizada a produtora que leva seu nome, a Barry Company.

Lançamento do Cinema de Arte

Cinépolis JundiaíShopping recebe Cinema de Arte – na foto: Anderson Zanchin, Marcelo Mesquita e Awdrey Zanchin

Minhas considerações finais:

Se você pensa que vai sair de casa para sentir dó ou pena de algum dos atletas, nem precisa perder seu tempo. A única pessoa que provavelmente voc~e vai sentir pena é de si mesmo, e falo isso por experiência própria. Estou ainda extasiado com o talento, garra, dedicação e esforço destes atletas, que hoje sem dúvida são minha inspiração.

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